Resumen
Objetivo: Verificar la evidencia disponible en la literatura sobre plaguicidas asociados con factores de riesgo cardiovascular. Métodos: Este es un estudio de revisión de literatura integradora. Las bases de datos utilizadas fueron: Literatura Latinoamericana y Caribeña en Ciencias de la Salud (LILACS), Sistema de Análisis y Recuperación de Literatura Médica en Línea (MEDLINE) a través de la Biblioteca Virtual en Salud (VHL), Scopus, PubMed y Web of Science (WOS). Se incluyeron artículos publicados en portugués, inglés y español entre 2019 y 2023. Resultados: La muestra constó de 20 artículos. Los principales plaguicidas asociados con factores de riesgo cardiovascular fueron organofosforados (malatión, paratión, clorpirifos), organoclorados (DDT, DDE, hexaclorobenceno), piretroides (deltametrina), así como glifosato, carbofurano, mirex (dodecacloreto de percloropentaciclodecano) y mancozeb. La exposición crónica —a menudo de carácter laboral— favorece el desarrollo de disfunciones cardiovasculares, ya que se asocia con consecuencias como hipertensión, obesidad, dislipidemia, diabetes mellitus, síndrome metabólico, estrés oxidativo, disfunción endotelial y arritmias. Consideraciones finales: Los hallazgos refuerzan la necesidad urgente de políticas públicas y estrategias de intervención dirigidas a reducir la exposición a plaguicidas. Estas acciones son fundamentales para proteger la salud cardiovascular de la población, con especial atención a los trabajadores rurales y las comunidades aledañas a las zonas de cultivo, quienes presentan los niveles más altos de vulnerabilidad.
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