Resumen
Objetivo: Esclarecer la importancia del reflejo rojo para la detección de patologías oculares congénitas a través de conocimientos científicos fundamentados y homogéneos para sumar a la práctica clínica de los profesionales de la salud e informar a la población en general de su importancia. Métodos: El presente trabajo es una revisión integradora de literatura basada en evidencia, cuya composición se dio a través de los siguientes pasos: identificación del tema de interés y selección de la pregunta de investigación, búsqueda de artículos en las bases de datos digitales, establecimiento de los criterios de inclusión y exclusión y, posteriormente, análisis y discusión de los resultados obtenidos. Resultados: Se infiere que la prueba del reflejo rojo, cuando se realiza de forma correcta y lo más precoz posible, puede detectar cambios sospechosos y diagnósticos de patologías oculares que, de no ser detectadas, podrían generar complicaciones visuales o incluso ceguera en los recién nacidos. Consideraciones finales: Se confirma, de esta forma, que la detección temprana de alteraciones visuales puede modificar el curso de la enfermedad y evitar que los niños queden ciegos por causas que podrían corregirse si se identificaran lo antes posible.
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