Abstract
Objetivo: Mapear, en la producción científica, los diagnósticos de enfermería más frecuentes en pacientes adultos con accidente cerebrovascular, fundamentándose en el marco teórico de Wanda Horta. Métodos: Se trata de una revisión integradora de la literatura realizada en octubre de 2025, siguiendo las directrices PRISMA y la estrategia PICo. La búsqueda se llevó a cabo en las bases de datos MEDLINE, BDENF, LILACS, IBECS, SciELO y PubMed. Se seleccionaron diecisiete artículos publicados entre 2010 y 2025, los cuales fueron analizados a la luz de la taxonomía NANDA-I y de las dimensiones psicobiológica, psicosocial y psicoespiritual. Resultados: Diecisiete estudios conformaron el corpus final de la investigación. Se observó un predominio absoluto de las necesidades psicobiológicas (75,25%), seguidas de las psicosociales (24,75%), constatándose la ausencia total de diagnósticos en la dimensión psicoespiritual. Los diagnósticos más prevalentes fueron Movilidad física deteriorada, Riesgo de caídas y Riesgo de aspiración, reflejando las secuelas motoras y los riesgos fisiológicos de la patología. Consideraciones finales: La producción científica evidencia una práctica diagnóstica centrada mayoritariamente en aspectos biológicos y de seguridad, en consonancia con el modelo biomédico. La invisibilidad de la dimensión psicoespiritual señala una brecha crítica en el conocimiento y en la atención, reforzando la necesidad de estudios que fortalezcan el cuidado holístico en la rehabilitación del paciente con accidente cerebrovascular.
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