Resumen
Objetivo: Analizar la aplicabilidad del grado de complejidad asistencial FUGULIN en pacientes adultos internados en una Unidad de Cuidados Intensivos de Adultos. Métodos: Estudio descriptivo y transversal, con enfoque cuali-cuantitativo, dirigido a enfermeros y técnicos de enfermería que actúan en la unidad de cuidados intensivos de adultos de un hospital público de la Amazonía brasileña. Resultados: Se identifica que los profesionales afirman tener conocimientos sobre la finalidad y el uso del instrumento en el lugar de trabajo. Están satisfechos con su uso, ya que están de acuerdo en que su uso adecuado facilita y dirige la asistencia. Sin embargo, también se observa que una pequeña porción de los entrevistados tiene un conocimiento limitado sobre la propuesta de esta herramienta, ya que creen que el foco del referido es solo el paciente, hecho que va en contra del verdadero propósito de este dispositivo. Conclusión: Se destaca la importancia de la educación continua del personal de enfermería sobre los instrumentos que orientan el cuidado, ya que estos influyen en gran medida en la prestación de un cuidado seguro y de calidad. Se cree que el vínculo entre gestión y educación como eje central genera estrategias político-gerenciales, educativas y asistenciales, contribuyendo al proceso de cuidar, además de valorizar a los profesionales de enfermería.
Referencias
AJIMURA FY. Pacientes de alta que permanecem dentro do hospital: quem são e por que permanecem? Dissertação (Mestrado em Administração Empresas) - Escola de Administração de Empresas de São Paulo São, SP, 2016; 16p.
BAPTISTA CMC e CASTILHO VS. Levantamento do custo direto do procedimento com bota duna em pacientes com úlcera venosa. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) – Escola de Enfermagem, São Paulo, 2007; 08.
BRASIL. Manual de Ministérios da Saúde. 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt1904_06_09_2013_rep.html. Acessado em: 16 de setembro de 2022.
CARDOSO R, et al. Programa de educação continuada voltado ao uso de tecnologias em saúde: percepção dos profissionais de saúde. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, 2018; 6(1): 277-284.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução n. 293, de 21 de setembro de 2004. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-2932004_4329.html. Acessado em: 16 de setembro de 2022.
FUGULIN FMT, et al. Sistema de classificação de pacientes: identificação do perfil assistencial dos pacientes das unidades de internação do HU-USP. Revista Latino-americana de Enfermagem, 2005; 1(2): 72-78.
FUGULIN FMT, et al. Tempo de assistência de Enfermagem em unidade de terapia intensiva: avaliação dos parâmetros propostos pela Resolução COFEN 293/04. Rev. Latino-Am Enfermagem, 2012; 20(2): 256-678.
GOMES JC, et al. Critérios de admissão em UTI e avaliação de prognóstico de paciente idoso. Rev. Enfermagem Revista, 2015; 3(2): 002-897.
HOI SY, et al. Determining nurse staffing needs: The workload intensity measurement system. J Nurs Manag, 2010; 18(1): 44-53.
RUFINO AS, et al. Classificação de pacientes segundo o grau de dependencia da equipe de enfermagem. Rev. Enferm Atenção Saúde, 2015.
RHODES A e MORENO RP Prestação de terapia intensiva: um problema global. Rev. Bras. Ter. Intensiva, 2012; 4: 322-325.
SADE PMC e PERES AM Development of nursing management competencies: guidelinesfor contínuos education servises. Rev Es Enferm USP, 2015; 49(6): 988- 994.
SANTOS MSF. Análise do dimensionamento do pessoal de enfermagem da unidade de terapia intensiva de um hospital de ensino em Cascavel–PR. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Centro universitário de Maringá. Maringá, 2016; 9p.
SOUZA PTL, et al. Necessidades humanas básicas em terapia Intensiva. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2019; 1(2): 1011-1016.
TRANQUITELLI AM e PADILHA KG. Sistemas de classificação de pacientes como instrumentos de gestão em Unidades de Terapia Intensiva. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2007; 41(4): 141-146.
SILVA MCM, et al. Patient destination after discharge from intensive care units: wards or intermediate care units? Rev. Latino-Am Enfermagem, 2010; 18(2): 224-32.
