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Impacto das técnicas minimamente invasivas na preservação esfincteriana no câncer de reto
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Palavras-chave

Neoplasias retais
Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos
Oncologia cirúrgica
Procedimentos cirúrgicos robóticos

Como Citar

Impacto das técnicas minimamente invasivas na preservação esfincteriana no câncer de reto. (2026). Revista Eletrônica Acervo Médico, 26, e22701. https://doi.org/10.25248/reamed.e22701.2026

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Resumo

Objetivo: Avaliar o impacto de técnicas minimamente invasivas (laparoscopia, robótica e taTME) na preservação esfincteriana no câncer de reto. Revisão bibliográfica: A laparoscopia oferece recuperação acelerada, menor perda sanguínea e resultados patológicos comparáveis à via aberta, porém enfrenta limitações em pelve estreita, obesidade e tumores retais baixos, elevando conversões. A cirurgia robótica mitiga essas barreiras com visão tridimensional e instrumentos articulados, reduz conversões, facilita dissecção pélvica e amplia a viabilidade de ressecções interesfincterianas, preservando continência urinária e função sexual. A taTME, com abordagem “bottom-up”, melhora margens distais e acesso ao reto baixo, elevando taxas de preservação do canal anal quando executada por equipes experientes. Para tumores iniciais, TAMIS/TEM permitem excisão local com baixo trauma e manutenção do reto em casos criteriosamente selecionados. Protocolos neoadjuvantes (incluindo TNT) reduzem volume tumoral, elevam ressecções R0 e favorecem estratégias de preservação. Considerações finais: As técnicas minimamente invasivas, integradas a seleção adequada e manejo neoadjuvante, aumentam a chance de preservar o esfíncter sem comprometer o controle oncológico; limitações residem na curva de aprendizado e na variabilidade entre centros.

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