Resumo
Objetivo: Compilar e analisar as evidências mais recentes sobre a toxoplasmose na gestação. Revisão bibliográfica: Na América Latina, a prevalência de toxoplasmose em mulheres grávidas é notavelmente alta, atribuída principalmente ao consumo de carne mal-cozida e à exposição a solos contaminados. Após a ingestão de oocistos esporulados ou cistos teciduais, o Toxoplasma gondii liberta suas formas infecciosas, os taquizoítos, que invadem rapidamente as células epiteliais intestinais do hospedeiro. Os recém-nascidos infectados podem apresentar uma tríade clássica de sintomas: coriorretinite, hidrocefalia e calcificações intracranianas. Em casos onde a infecção fetal é confirmada ou fortemente suspeita, a combinação de pirimetamina e sulfadiazina, juntamente com ácido folínico, é recomendada. Considerações finais: A diversidade de manifestações clínicas e a necessidade de métodos diagnósticos precisos destacam a relevância da vigilância contínua e da capacitação dos profissionais de saúde para reduzir os impactos da toxoplasmose congênita na saúde materno-infantil.
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