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ANÁLISE COMPARATIVA DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO DE UNIVERSITÁRIOS SAUDÁVEIS, OBESOS E TABAGISTAS
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Palavras-chave

Medidas de volumes pulmonares
Obesidade
Tabagismo

Como Citar

ANÁLISE COMPARATIVA DO PICO DE FLUXO EXPIRATÓRIO DE UNIVERSITÁRIOS SAUDÁVEIS, OBESOS E TABAGISTAS. (2014). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2, 63-69. https://acervomais.com.br/saude/article/view/6745

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Resumo

O Pico de Fluxo Expiratório (PFE) é medida simples, quantitativa e reprodutível da existência de obstrução ao fluxo aéreo. Representa o fluxo máximo gerado durante uma expiração forçada, realizada com a máxima intensidade, partindo da capacidade pulmonar total. A obesidade produz restrição pulmonar devido à diminuição da excursão diafragmática pelo aumento da adiposidade abdominal ou do peso na parede torácica, levando a uma redução dos volumes pulmonares quando comparados com os valores previstos para peso e idade. O tabagismo é, hoje, a principal causa de enfermidades evitáveis e incapacidades prematuras, e chegará a ser a primeira causa de morte evitável no século XXI. Os objetivos foram mensurar e comparar o PFE em universitários saudáveis, obesos e tabagistas. Foram selecionados 30 estudantes da FEPI - Centro Universitário de Itajubá-MG, maiores de 18 anos e de ambos os sexos. Todos concordaram e assinaram o TCLE, e foram distribuídos em 3 grupos: G1:Saudáveis, G2:Obesos, G3:Tabagistas. Os indivíduos executaram o teste de mensuração do PFE com dispositivo Peak Flow Meter (Respironics®). Após coleta do PFE nos 3 grupos, evidenciou-se os seguintes scores: Média do PFE G1: 389±91,827 l/min, média do PFE G2: 534±134,180 l/min e média do PFE G3: 437±62,012 l/min. O tabagismo e a obesidade já têm seus efeitos comprovados sobre a redução do PFE, mas relacionando os grupos estudados, o tabagista tem maior obstrução na fase expiratória em relação ao obeso, onde também foi possível observar que o aumento do IMC não determinou comprometimento da função pulmonar nos obesos estudados.

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