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Avaliação do espaço nasofaríngeo em telerradiografias de pacientes jovens
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Palavras-chave

Nasofaringe
Má oclusão
Radiografia

Como Citar

Avaliação do espaço nasofaríngeo em telerradiografias de pacientes jovens. (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 53, e3755. https://doi.org/10.25248/reas.e3755.2020

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Resumo

Objetivo: Avaliar o espaço nasofaríngeo e sua correlação com as más oclusões e variáveis cefalométricas, em pacientes jovens. Métodos: Tratou – se de um estudo observacional e retrospectivo, cujos dados foram coletados de 79 documentações ortodônticas e modelos de estudo, de pacientes entre 8 e 21 anos. Foram transcritos os limites do espaço nasofaríngeo, presentes nas telerradiografias em norma lateral, por meio de papel ultrafan e grafite. Os dados foram anotados em um formulário confeccionado especificamente para esse fim e, posteriormente, distribuídos em tabelas, onde aplicou-se a estatística analítica através do teste Qui-quadrado (p<0,05). Resultados: Em 1,4% da amostra havia presença de adenoide; 2,8% apresentou atrofia parcial, 36,6% atrofia quase total; e 58,9% ausência de adenoide. A média de idade foi de 14,82 anos. Quanto às más oclusões, a maior prevalência foi de apinhamento dentário, com 24,3%. Em relação às demais variáveis, as mais prevalentes foram: sexo feminino (49%); padrão feoderma (38%); ausência de anomalia dentária (97,5); ausência de perdas dentárias (60%); Classe I de molar (65%); Classe I de canino (37%); Padrão I (46%); e perfil convexo (42%). Conclusão: Não houve correlação entre as variações de tamanho dos espaços nasofaríngeos, as más oclusões e as demais variáveis estudadas.

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