Google Acadêmico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
A associação da mudança no estilo de vida com a terapia farmacológica no tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
PDF

Arquivos suplementares

Certificado de publicação

Palavras-chave

Síndrome do ovário policístico
Tratamento farmacológico
Estilo de vida

Como Citar

A associação da mudança no estilo de vida com a terapia farmacológica no tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). (2020). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 57, e3909. https://doi.org/10.25248/reas.e3909.2020

Copyright © | Todos os direitos reservados.

A revista detém os direitos autorais exclusivos de publicação deste artigo nos termos da lei 9610/98.

Reprodução parcial
É livre o uso de partes do texto, figuras e questionário do artigo, sendo obrigatória a citação dos autores e revista.

Reprodução total
É expressamente proibida, devendo ser autorizada pela revista.

Resumo

Objetivo: Abordar as estratégias terapêuticas no manejo da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), sendo
o foco dessa obra a análise do impacto das alternativas terapêuticas farmacológicas e de mudanças de estilo
de vida no tratamento dessa síndrome, elucidando quais são as terapêuticas mais adotadas, seus efeitos e
eficácias. Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa de artigos do ano 2015 a 2020, cuja finalidade é
discorrer sobre o arsenal terapêutico frente à SOP. Resultados: A primeira opção a ser indicada a todas as
pacientes é a mudança de hábitos de vida, entretanto, embora seja primordial, existem empecilhos para a
eficácia dessa modalidade devido à variedade psicossocial das portadoras dessa síndrome e da dificuldade
de adesão. Frente a isso, conta-se também com a terapia medicamentosa que deve ser avaliada em conjunto
com a realidade clínica e social da paciente. Conclusão: A mudança de estilo de vida é estabelecida como
primeira linha de intervenção para tratamento e manejo da SOP, devendo ser prescrita e incentivada a todas
as pacientes. Contudo, existem limitações no que diz respeito às intervenções não-farmacológicas. Dito isso,
as alternativas medicamentosas devem ser associadas de forma responsável.

PDF