Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Uso indiscriminado de cremas vaginales por mujeres residentes en la ciudad de Belém, Pará
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Automedicación
Candidiasis
Vulvovaginitis

Cómo citar

Uso indiscriminado de cremas vaginales por mujeres residentes en la ciudad de Belém, Pará. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19080. https://doi.org/10.25248/reas.e19080.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Evaluar el uso irracional de cremas vaginales en la población femenina de la ciudad de Belém, Pará. Métodos: Se trató de un estudio analítico con métodos cuantitativos y cualitativos, aprobado por el Comité de Ética en Investigación y realizado a través de un cuestionario puesto a disposición en la plataforma Google Forms, del 1 de julio al 31 de agosto de 2024. Resultados: El estudio se realizó con 103 mujeres, con edades comprendidas entre 18 y 70 años, con una vida sexual activa. La encuesta indicó que el 45% de las participantes tenía entre 25 y 35 años, el 70% dijo tener una relación estable, el 82% declaró haber tenido ya un episodio de flujo vaginal. De ellas, el 22% había recurrido antes a la medicación. La infección vaginal más prevalente fue la candidiasis, presente en el 55% de los casos, de los cuales el 28% se había automedicado. De ellas, el 37,5% optó por utilizar crema vaginal de nistatina como forma de tratamiento. Conclusión: Podemos concluir que existe una prevalencia del 28% de mujeres que se han automedicado alguna vez. Este porcentaje tiene un impacto significativo en la salud, ya que un uso excesivo puede desequilibrar la flora, provocar resistencias microbianas y agravar las infecciones.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). RDC n° 98 – Resolução da Diretoria Colegiada, de 01 de agosto de 2016. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 03 de ago. 2016. Disponível em: https://antigo.anvisa.gov.br/documents/10181/2921766/RDC_98_2016_COMP.pdf/dcb09ea1-e222-4192-98c5-54a13426dc4a. Acessado em: 15 de setembro de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/aids/pt-br/centrais-de-conteudo/pcdts/2022/ist/pcdt-ist-2022_isbn-1.pdf/view. Acessado em: 19 de outubro de 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Cartilha para a promoção do uso racional de medicamentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/daf/uso-racional-de-medicamentos/publicacoes/cartilha_promocao_uso_racional_medicamentos.pdf/view. Acessado em: 16 de setembro de 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Diretoria Colegiada. Instrução Normativa IN nº 86, de 12 de março de 2021. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-in-n-86-de-12-de-marco-de-2021-309013946. Acesso em: 19 de novembro de 2024.

CARVALHO, Newton Sergio et al. Protocolo Brasileiro para Infecções Sexualmente Transmissíveis 2020: infecções que causam corrimento vaginal. Epidemiologia e Serviços de Saúde [online]. 2021, v. 30, (spe1):e2020593.

CASTRO EK, et al. Illness perception, knowledge and self-care about cervical cancer. Psicol Reflex Crit. 2015; 28(3): 483-9.

CESAR JA, et al. Prevalência e fatores associados ao corrimento vaginal em mulheres no extremo sul do Brasil. Rev Bras Ginecol Obstet. 2009; 31(3): 125-131.

CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Pesquisa aponta que 77% dos brasileiros têm o hábito de se automedicar. São Paulo: CRF-SP; abr. 2019. Disponível em: http://www.crfsp.org.br/noticias/10535-pesquisa-aponta-que-77-dos-brasileiros-t%C3%AAm-o-h%C3%A1bito-de-se-automedicar.html. Acessado em: 20 de outubro de 2023.

DANTAS LMR, et al. Tratamento Da Candidíase Vulvovaginal E Novas Perspectivas Terapêuticas: Uma Revisão Narrativa. Rev Pesqui em Fisioter. 2016;6(4).

ELEUTÉRIO JR J, et al. Diagnosis and treatment of infectious vaginitis: Proposal for a new algorithm. Front Med. 2023; 10.

FELIX TC. Vulvovaginite em mulheres atendidas em serviço de Atenção Primária à Saúde da Família: ocorrência e hábitos de higiene. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde). Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia; 2019. 78 p.

KARIMY M, et al. Fatores de risco associados à automedicação entre mulheres iranianas. BMC Public Health. 2019; 19(1): 1-2.

KITCHEN FL, CHRISTINA MC. Role of Papanicolaou test in detecting vaginal infections: Candida, Trichomonas, and Gardnerella. J Women’s Health. 2022; 31(4): 299-305.

LIMA RO. Uso irracional de medicamentos (automedicação). Rev Cient Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. 2018; 3(11): 80-88.

LIRA ÉC. Diversidade microbiana do trato genital feminino. [tese]. Manaus: Programa Multi-Institucional de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas; 2017. 135 p.

MEDEIROS M, et al. Educational interventions to promote safe use of vaginal medications. J Health Educ Res Dev. 2022; 40(3): 321-330.

MUNIZ SD de B, et al. Prevalência de candidíase vulvovaginal recorrente em mulheres com idade entre 18 a 30 anos em uma unidade básica de saúde no município de Cajazeiras - PB. J Biol Pharm Agric Manag. 2023; 15(1): 9-17.

OLIVEIRA J. F. M. et al. Tendência da mortalidade por intoxicação medicamentosa entre gêneros e faixas etárias no estado de São Paulo, Brasil, 1996-2012. Ciência & Saúde Coletiva, v. 22, n. 10, p. 3381-3391, 2017.

PAIM RSP, et al. Automedicação: uma síntese das publicações nacionais. Rev Contexto Saúde. 2016; 16(30): 47.

SÁ, MCN., et al. Isolamento de Candida no esfregaço cérvico-vaginal de mulheres não gestantes residentes em área ribeirinha do Estado do Maranhão, Brasil, 2012. Revista Pan-Amazônica de Saúde,2014.; 5(1):25-34.

SIMÕES RR, et al. Educação em saúde na atenção à mulher e as contribuições da enfermagem: revisão integrativa. Rev Enferm UFPE on line. 2014; 8(Supl 2): 3767-75.

SOARES DM, et al. Candidíase vulvovaginal: uma revisão de literatura com abordagem para Candida albicans. Braz J Surg Clin Res. 2018; 25(1): 28-34.

VASCONCELOS CNE, et al. Estudo comparativo entre terapia oral e local no tratamento de corrimentos vaginais: candidíase, tricomoníase e vaginose bacteriana. Braz J Surg Clin Res. 2016; 15: 123-8.