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Mortalidad neonatal precoz en recién nacidos con bajo peso al nacer en Maranhão, 2015-2024
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Palabras clave

Mortalidad neonatal
Recién nacido de bajo peso
Salud materno-infantil
Estudios ecológicos

Cómo citar

Mortalidad neonatal precoz en recién nacidos con bajo peso al nacer en Maranhão, 2015-2024. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(9), e24913. https://doi.org/10.25248/reas.e24913.2026

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Resumen

Objetivo: Analizar la ocurrencia, la distribución regional y la evolución temporal de las muertes neonatales tempranas en recién nacidos con bajo peso al nacer en el estado de Maranhão. Métodos: Estudio ecológico basado en datos secundarios disponibles en DATASUS. Se incluyeron óbitos neonatales precoces de RNs con peso inferior a 2.500 g ocurridos entre 2015 y 2024. Se calculó la tasa de mortalidad neonatal precoz relacionada con el bajo peso al nacer (TMNP-BPN), además de la variación porcentual de los indicadores. Resultados: La TMNP-BPN media estatal en el período fue de 4,68±1,32, y el porcentaje de óbitos neonatales precoces relacionados con el BPN se redujo de 11,0% en 2015 a 8,8% en 2024, correspondiendo a -20,0%. Hubo un aumento de RNs con extremo bajo peso (EBPN), de 4,6% a 5,1% (+28,3%), mientras que muy bajo peso (MBPN) y BPN presentaron reducciones de -33,3% y -45,0%, respectivamente. Predominaron óbitos en RNs prematuros, masculinos (54,8%), pardos/mestizos (68,1%) y hospitalarios (96,3%). Entre las madres, se destacaron edades de 20–29 años (45,1%), escolaridad de 8–11 años (54,4%) y gestación de 22–27 semanas (35,8%). Las afecciones perinatales correspondieron al 84,0% de las causas. Conclusión: La mortalidad neonatal precoz persiste entre RNs con BPN, lo que resalta la necesidad de fortalecer y cualificar la atención materno-infantil.

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