Resumen
Objetivo: Analizar la evidencia sobre la incorporación de la fitoterapia en la Atención Primaria de Salud (APS) en Brasil, identificando los desafíos, las potencialidades, las barreras macropolíticas y las estrategias de educación permanente para su consolidación en el Sistema Único de Salud (SUS). Métodos: Se realizó una revisión integradora de la literatura mediante búsquedas en las bases de datos BVS, PubMed y SciELO, considerando estudios publicados entre diciembre de 1973 y marzo de 2025. Se utilizó la estrategia PICo y el diagrama de flujo PRISMA para identificar y seleccionar artículos primarios y secundarios publicados en portugués o inglés. Resultados: Se incluyeron 31 artículos (15 de SciELO, 14 de BVS y 2 de PubMed). Se identificó un amplio uso de plantas medicinales por parte de la población, en contraste con el temor y la inseguridad de los profesionales de la salud para realizar la prescripción clínica. Las principales barreras incluyeron el modelo biomédico hegemónico, el subfinanciamiento y la limitada disponibilidad de fitoterápicos. Como potencialidades, las acciones de educación permanente, los huertos terapéuticos y las guías botánicas locales demostraron ser estrategias eficaces para superar las deficiencias formativas y promover la desmedicalización. Consideraciones finales: La consolidación de la fitoterapia en la APS enfrenta un desajuste estructural entre el avance del marco normativo nacional y la fragilidad de su implementación en el ámbito municipal. Es necesario invertir en educación permanente, en la elaboración de protocolos clínicos institucionales y en el fortalecimiento de la asistencia farmacéutica para garantizar una atención integral y segura en el Sistema Único de Salud (SUS).
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