Abstract
Objective: Evaluate breastfeeding actions developed by primary health care professionals for postpartum women. Methods: Evaluative research of the implementation analysis type with a quantitative and qualitative approach, through multiple case studies (three municipalities in the southern region of Brazil), with 31 postpartum women and 24 health professionals, through semi-structured interviews and analysis of medical records. Results: Case 3 achieved the best performance, presenting a satisfactory degree of implementation (84%), when compared to Case 1 (64%) and Case 2 (52%) with partial implantation. The criterion “recommendation and promotion of exclusive breastfeeding for up to 6 months” and “prevention, identification and treatment of problems related to breastfeeding” the three cases proved to be partially sufficient and in the criterion “drug therapy is reviewed, with attention to contraindications due to breastfeeding” were all sufficient. There was a notable incipience assistance during the physical examination, in postpartum guidance and in assistance to multiparous women, however, there was assistance in providing guidance on the importance of exclusive breastfeeding up to six months and in the use of medications. Conclusion: There is a need for changes in the points of failure during care for postpartum women and that the positive points must remain and be reinforced.
References
ALVES JS, et al. Orientações sobre amamentação na atenção básica de saúde e associação com o aleitamento materno exclusivo. Rio de Janeiro: Ciência e Saúde coletiva, 2016; 23(4): 1077-1088.
BAUER DFV, et al. Orientação profissional e aleitamento materno exclusivo: um estudo de coorte. Cogitare enfermagem, 2019; 24.
BARATIERI T. Cuidado pós-parto às mulheres na atenção primária: construção de um modelo avaliativo. Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36(7): e00087319.
BARATIERI T e NATAL S. Programa de atenção pós-parto na atenção primária: elaboração e validação de uma matriz de análise e julgamento. In.: FELISBERTO E et al. Zulmira Hartz: inovação, humanidade e dinamismo na pesquisa, no ensino, na gestão e na avaliação em saúde. Brasília/DF: Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, 2021: 186-209.
BARDIN L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BEZERRA LCA, et al. Modelagem de programas: da teoria à operacionalização. In: SAMICO, I. et al. (Eds.). Avaliação em saúde: bases conceituais e operacionais. Rio de Janeiro: MedBook, 2010: 65-78.
BRASIL. Estratégia nacional para promoção do aleitamento materno e alimentação complementar saudável no Sistema Único de Saúde. 2015. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estrategia_nacional_promocao_aleitamento_materno.pdf. Acessado em: 12 de dezembro de 2022.
BRASIL. Protocolos da Atenção Básica: Saúde das Mulheres. 2016. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolos_atencao_basica_saude_mulheres.pdf. Acessado em: 25 de novembro de 2022.
BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. 2019. Disponível em: https ://atencaobasica.saude.rs.gov.br/upload/arquivos/202001/03091259-nt-gestante-planificasus.pdf. Acessado em: 22 de fevereiro de 2023.
BRASIL. Portaria nº 715 de 4 de abril de 2022. Altera a Portaria de Consolidação GM/MS nº 3, de 28 de setembro de 2017, para instituir a Rede de Atenção Materna e Infantil (Rami). Disponível em: https ://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-715-de-4-de-abril-de-2022-391070559. Acessado em: 29 de agosto de 2022.
CALVO MCM, et al. Estratificação de municípios brasileiros para avaliação de desempenho em saúde. Epidemiologia e serviços de saúde, 2016; 25(4): 767-776.
CHAMPAGNE F, et al. A Análise da Implantação. In: Avaliação em saúde: Conceitos e Métodos. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2011: 217-238.
ESPANHA. Grupo de trabajo de la Guía de práctica clínica de atención em el embarazo y puerperio. Guía de práctica clínica de atención em el embarazo y puerperio. Ministerio de Sanidad, Servicios Sociales e Igualdad. Agência de Evaluación de Tecnologías Sanitarias de Andalucía. Guías de Práctica Clínica en el SNS: AETSA 2011/10.; 2014. Disponível em: https ://www.sanidad.gob.es/organizacion/sns/planCalidadSNS/pdf/Guia_practica_AEP.pdf. Acessado em: 25 de novembro de 2022.
HERNANDES TA, et al. Characteristics of medication use during lactation. Journal of Growth and Development, 2018; 28 (2): 113-119.
LUSTOSA E, LIMA RN. Importância da enfermagem frente à assistência primária ao aleitamento materno exclusivo na atenção básica. Revista Brasileira interdisciplinar de saúde, 2020; 2(2): 93=97.
MAIA CJFS, et al. Principais complicações do puerpério. Revista das Ciências da Saúde e Ciências aplicadas do Oeste Baiano – Higia, 2020; 5(1): 347-358.
MENDES DS, et al. Benefícios das práticas integrativas e complementares no cuidado de enfermagem. Journal Health NPEPS, 2019; 4(1): 302-318.
NASS EMA, et al. Fatores maternos e o desmame precoce do aleitamento materno exclusivo. Revista online de pesquisa Cuidado é fundamental, 2021; 13: 1698-1703.
NICE. National Institute for Health and Care Excellence. Clinical guideline 194: Postnatal care, 2021. Disponível em: https ://www.nice.org.uk/guidance/ng194. Acessado em: em 15 de fevereiro de 2023.
RIBEIRÃO PRETO. Protocolo e diretrizes de atendimento em aleitamento materno. 2020.]. Disponível em: https ://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/portal/pdf/saude10b202104.pdf. Acessado em: 15 de março de 2023.
SANTOS LMDA, et al. Autoeficácia de puérpera em amamentar: estudo longitudinal. Escola Anna Nery, 2022; 26: 1-7.
SILVA ABL, et al. Ações educativas como estratégia de intervenção nas atitudes das gestantes frente ao aleitamento materno. Enfermagem em foco, 2021; 12(5): 880-886.
SILVA MAM, et al. Grupo operativo com primigestas: uma estratégia de promoção à saúde. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 2017; 31(1): 1-11.
SIMAS WLA, et al. Insegurança materna na amamentação em lactantes atendidas em um banco de leite humano. Revista Brasileira de Saúde Materno-Infantil, 2021; 21(1): 261-269.
VARGAS GS, et al. Atuação dos profissionais de saúde da estratégia de saúde da família: promoção da prática do aleitamento materno. Revista Baiana de Enfermagem, 2016; 30(2): 1-9.
VICTORA CG, et al. Breastfeeding in the 21st century: epidemiology, mechanisms, and the lifelong effect. The Lancet, 2016; 387: 475-490.
World Health Organization (WHO). Protecting, promoting and supporting breastfeeding in facilities providing maternity and newborn services. 2017. Disponível em: https ://www.who.int/publications/i/item/9789241550086. Acessado em: 13 de novembro de 2022.
YIN RK. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman, 2015.
