Efeitos da ventilação mecânica não-invasiva com duas pressões no tratamento de adultos com Covid-19 que evoluíram com enfisema subcutâneo: uma revisão narrativa

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Wainny Rocha Guimarães Ritter
João da Costa Ataídes Neto
Camila Botelho Miguel
Wellington Francisco Rodrigues

Resumo

Objetivo: Discorrer sobre possíveis relações da Ventilação Não Invasiva (VNI) para pacientes com COVID-19 e o enfisema subcutâneo. Revisão bibliográfica: Entre as medidas de intervenção utilizados e recomendadas para a Covid-19, está a pressão positiva não-invasiva. A literatura indica uma melhora no desfecho clínico com a utilização da pressão positiva não-invasiva, entretanto a presença de efisema subcutâneo foi uma realidade para alguns pacientes submetidos ao procedimento de ventilação não-invasiva. Essa associação entre ventilação não-invasiva com o desenvolvimento de efisema subcutâneo foi intensificada para pacientes com a Covid-19. Considerações finais: O enfisema subcutâneo pode ser ocasionado tanto pelo aumento da pressão intratorácica promovida pelo uso da VNI, quanto por fragilidade do parênquima pulmonar e mecanismos inflamatórios causados pela doença. Alguns autores sugeriram que o mecanismo de formação do enfisema subcutâneo pode ser provocado pela Covid-19, que gera um dano alveolar tão intenso que torna a parede alveolar propensa a ruptura e que pode ser potencializado por qualquer fator que aumente a pressão intra-alveolar, sendo os mecanismos possíveis causadores: a tosse, o esforço inspiratório e uso da VNI.  

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Como Citar
RitterW. R. G., NetoJ. da C. A., MiguelC. B., & RodriguesW. F. (2022). Efeitos da ventilação mecânica não-invasiva com duas pressões no tratamento de adultos com Covid-19 que evoluíram com enfisema subcutâneo: uma revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 15(5), e10177. https://doi.org/10.25248/reas.e10177.2022
Seção
Revisão Bibliográfica