Principais fatores de risco modificáveis para a demência de Alzheimer

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Lorena Xavier Santa Barbara
Carolina Choucair de Carvalho Gama
Anna Luiza Ribeiro Flores
Bárbara Mariani Dias Oliveira
Giovana Eduarda Oliveira Abreu
Izabele von Krüger de Alcântara e Silva
Lívia Hastenreiter e Melo Batalha
Marcella Ferreira Pantuzza
Maria Eduarda Medeiros de Abreu
Joice Coutinho de Alvarenga

Resumo

Objetivo: Demonstrar a importância da saúde mental e física como potenciais fatores de risco modificáveis para a Doença de Alzheimer, através de revisão sistematizada de artigos, encontrados nas bases de dados. Revisão bibliográfica: A Doença de Alzheimer (DA) é a causa mais comum de demência. É definida como doença degenerativa, irreversível, causadora de declínio funcional. Pode se manifestar por alterações de memória, linguagem, comprometimentos visuais-espaciais, disfunções executivas e motoras, dependendo do estágio da doença. Atualmente, não há tratamento curativo para a DA, o que valoriza, ainda mais, a elucidação de fatores preventivos e protetores dessa doença. Através dessa revisão da literatura, evidenciou-se que a manutenção da saúde mental e física, em todas as fases da vida, são indispensáveis para se reduzir o risco de declínio cognitivo, associado a quadros demenciais. Consierações finais: Os resultados do presente estudo, evidenciam a promoção de hábitos de vida saudável, bem como a manutenção de cuidados com a saúde mental, como potenciais fatores de risco modificáveis para quadros demenciais, suscitando a necessidade de políticas públicas e medidas educacionais, que visem o incentivo de tais práticas, por toda a sociedade, sendo, portanto, uma intervenção barata e segura, que pode reduzir o número de casos de demências.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
BarbaraL. X. S., GamaC. C. de C., FloresA. L. R., OliveiraB. M. D., AbreuG. E. O., SilvaI. von K. de A. e, BatalhaL. H. e M., PantuzzaM. F., AbreuM. E. M. de, & AlvarengaJ. C. de. (2024). Principais fatores de risco modificáveis para a demência de Alzheimer. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(1), e14785. https://doi.org/10.25248/reas.e14785.2024
Seção
Revisão Bibliográfica

Referências

1. ASSUNÇÃO PEP, et al. Atividades físicas e a boa alimentação: uma relação estreita com o tratamento e a prevenção da doença de Alzheimer. Research, Society and Development, 2022; 11(16): e278111638069.

2. CAETANO LAO, et al. Alzheimer, sintomas e grupos: uma revisão integrativa. Revista do NESME, 2017; 14: 2.

3. CAO L, et al. Dietary Patterns and Risk of Dementia: a Systematic Review and Meta-Analysis of Cohort Studies. Mol Neurobiol., 2016; 53(9): 6144-6154.

4. CARAMELLI P, et al.Tratamento da demência: recomendações do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia. Dement Neuropsychol., 2022; 16(3 Suppl. 1): 88-10.

5. CARVALHO ATDF, et al. A sobrecarga dos cuidadores de idosos e sua influência na agressão aos portadores de Alzheimer. Brazilian Journal of Health Review, 2020; 3(2): 1798–1805.

6. DOMINGUES MCP e MELLO RFD. Os impactos da atividade física sobre a Doença de Alzheimer em idosos, PR. Dissertação (Educação Física) Centro Universitário Internacional Uninter, 2022; 18p.

7. FILHO CMM. O uso da atividade física como ferramenta no combate ao Alzheimer. Dissertação (Mestrado em Gerontologia Social Aplicada) - Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais Aplicadas, Braga, 2021, 46p.

8. GAIDESKI F, et al. Impacto da cognição, funcionalidade e força de indivíduos com doença de Alzheimer sobre a qualidade de vida do cuidador. Acta Fisiatr., 2021; 28(1): 22-29.

9. ISO-MARKKU P, et al. Physical activity as a protective factor for dementia and Alzheimer's disease: systematic review, meta-analysis and quality assessment of cohort and case-control studies. British Journal of Sports Medicine, 2022; 56: 701-709.

10. JÚNIOR MSDS, et al. Desenvolvimento de uma aplicação móvel com exercícios lúdicos para prevenção da Alzheimer. Braz. J. of Develop., 2020; 6(7): 49262-49271.

11. LI XIAO-YING, et al. Midlife Modifiable Risk Factors for Dementia: A Systematic Review and Meta-analysis of 34 Prospective Cohort Studies. Curr Alzheimer Res., 2019; 16(14): 1254-1268.

12. LIVINGSTON G, et al. Dementia prevention, intervention, and care: 2020 report of the Lancet Commission. Lancet, 2020; 396: 413–46.

13. LOPEZ JAS, et al. Alzheimer's disease. Handbook of Clinical Neurology, 2019; 167: 231-255.
14. MARTINS LB, et al. The link between nutrition and Alzheimer’s disease: from prevention to treatment. Neurodegenerative disease management, 2021; 11: 2.

15. MATTOS EMB e KOVÁCS MJ. Tratamento da demência: recomendações do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia. Psicologia USP, 2020; 31: e180023.

16. MORENO LDD e CHAGAS PR. Exercício físico: um aliado para a qualidade de vida Ao idoso com Alzheimer. Brazilian Journal of Development, 2020; 66139–66145.

17. NITZSCHE BO, et al. Doença de Alzheimer: novas diretrizes para o diagnóstico. Rev Med Minas Gerais, 2015; 25(2): 237-243.

18. PEIXOTO CTDS. Saúde mental: um enfoque voltado à prevenção da demência de Alzheimer. International Journal of Health Management, 2021; 7: 3.

19. ROSA ADL, et al. Physical exercise in the prevention and treatment of Alzheimer's disease. Journal of Sport and Health Science, 2020; 9(5): 394-404.

20. SCHILLING LP, et al. Diagnóstico da doença de Alzheimer: recomendações do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia. Dement Neuropsychol, 2022; 16(3 Suppl. 1): 25-39.

21. VENTURA HN, et al. Saúde do idoso com doença de Alzheimer: revisão integrativa. Rev. pesqui. cuid. Fundam., 2018; 10(4): 941-944.

22. WEBER ITS, et al. Nutrição e Doença de Alzheimer no idoso: uma revisão. Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento, 2019; 24(3): 45-61.