A resistência à insulina no desenvolvimento da doença de Alzheimer: uma revisão narrativa

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Ana Clara da Costa Silva
Nathalia Polliana Rodrigues Melgaço
Lilian Caiafa Ferreira Machado
Ana Clara Teixeira Cherem
Bruno Rocha Gelape
Clara Guimarães Carvalho de Oliveira Aquino
José Gabriel Vilhena de Queiroz
Rafaela Charles Correia
Daiane Magalhães

Resumo

Objetivo: Analisar a influência da resistência à insulina no prognóstico da doença de Alzheimer. Revisão bibliográfica: A doença de Alzheimer é um processo neurodegenerativo, caracterizado pela presença de marcadores patológicos de placas β-amilóide. A insulina tem função neuromoduladora e no cérebro atua na sobrevivência dos neurônios, na produção de energia, na plasticidade sináptica e na expressão gênica. Estudos recentes revelaram que a resistência à insulina cerebral é um dos fatores de comprometimento cognitivo da doença de Alzheimer. Dessa forma, é de suma importância que se entenda a relação fisiopatológica entre a resistência insulínica e o surgimento da doença de Alzheimer, para que seja possível estabelecer um tratamento mais adequado e evitar o declínio cognitivo através do controle metabólico. Considerações finais: Evidencia-se a existência de uma relação entre o desenvolvimento da doença de Alzheimer e a resistência à insulina e percebe-se a necessidade de melhor entender os mecanismos fisiopatológicos, para que sejam traçadas estratégias terapêuticas adequadas.

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Como Citar
SilvaA. C. da C., MelgaçoN. P. R., MachadoL. C. F., CheremA. C. T., GelapeB. R., AquinoC. G. C. de O., QueirozJ. G. V. de, CorreiaR. C., & MagalhãesD. (2022). A resistência à insulina no desenvolvimento da doença de Alzheimer: uma revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 15(1), e9300. https://doi.org/10.25248/reas.e9300.2022
Seção
Revisão Bibliográfica